Câmera: Canon EOS Digital Rebel XSi
Exposição: 1/10 s
Abertura: f/5.6
Exposição: 1/10 s
Abertura: f/5.6
Distância focal: 1600 mm
ISO: 100
Horário: 17:09:40
Local: Em minha casa em Petrolina-PE
Clique aqui pra ver a foto em tamanho maior
Sabe aqueles momentos em que uma preguiça retada invade nosso corpo, onde só o que queremos é um aconchego e botar as pernas pro ar, mesmo sem estarmos necessariamente cansados? Pois bem. Dizem que bom é TER o que fazer e NÃO fazer, por capricho! Acho que estive desta forma de uns dias pra cá. Época das primeiras provas do período na universidade, onde os professores combinam maquiavelicamente de colocar TODAS elas na mesma semana, tive que conciliar afazeres diários, diversão, compromissos e estudos. É complicado quando as avaliações são mais complexas, exigindo uma dinâmica diferenciada de estudos, a gama de assuntos e de livros pra ler é bem mais ampla, e daí a proporcionalidade é inversa: parece que aumenta a quantidade de estudos quando o tempo diminui! É preciso correr contra o tempo, ver e rever tudo, tirar dúvidas, regrar os vícios e as vontades que surgem únicas e exclusivas nesses momentos onde só o que precisávamos era de sossego pra assimilar todo aquele conteúdo! Mas que jeito! Se esquentar, é pior. O que é preciso ser feito é saber aproveitar os estudos, maximizar o tempo em que está empenhado neles. Não adianta passar o dia todo fingindo que está estudando. A concentração é fundamental, a direcionalidade, a intensidade, o equilíbrio e descanso mental e corpóreo. Se tudo tiver nos conformes, o rendimento é outro, muito melhor, perfeitamente. E esse rendimento apresenta resultados hiper satisfatórios! Nada mais prazeroso do que receber uma prova, ler as questões, e saber delicadamente como respondê-las. Isso dá uma satisfação, uma inflada inestimável no ego e nas perspectivas. Passamos a perceber que temos a capacidade de aprender cada vez muito mais, e vemos o quanto é ínfima a nossa existência, onde o que sabemos está infinitamente longe do que existe de fato. Mas desistir por isso é banalidade, e já que não podemos saber de tudo, o que perderia completamente o sentido da existência, vamos galopando a passos largos nas descobertas diárias em todos os campos de estudos. A humanidade já foi muito longe em pouco tempo, e a tendência é crescer em proporções geométricas, mesmo com aquela preguicinha pra atrapalhar! Ou não.

Nenhum comentário:
Postar um comentário