O título do blog é referente a cada um dos dias do ano em que fotografei e escrevi algo e postei por cá.
Todo dia ele será atualizado, com uma foto e um textinho feitos no dia, e que vai variar de acordo com o tempo,
a paciência e os sentimentos envolvidos no momento.
Espero que gostem, se envolvam, opinem, compartilhem experiências similares, enfim, interajam com as postagens.
E divulguem sempre que puderem e acharem que é válido!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

39º dia.


Câmera: Canon EOS Digital Rebel XSi
Exposição: 1/25 s
Abertura: f/5.6
Distância focal: 55 mm
ISO: 1600
Horário:  10:48:45
Local: Na minha casa em Petrolina-PE

Clique aqui pra ver a foto em tamanho maior


Existem coisas que aparecem na nossa vida por acaso, mas com certeza, não é por acaso que elas ficam. Pessoas e animais apresentam essa propriedade gloriosa de ocupar um lugar que se torna insubstituível com o passar do tempo. Alguns casos, é instantâneo. É questão de olhar e sentir a áurea magnífica emanando psicologicamente, invisível, mas que é uma percepção tão concreta que os elos se fecham perfeitamente bem, selando um pacto insolúvel e digno de longa data. É tão bom quando isso ocorre, há uma segurança e uma credibilidade tão fiel nas atitudes espontâneas, no sorriso, na conversa, no brincar, no olhar, no cuidado e no amor cedido, onde impera a reciprocidade. Aquele dar e receber sem custo algum, sincero, sem pressão, é uma necessidade vital para o ser humano e animais, faz crescer ambos os relacionados e ainda distribui vida, contagia quem os cercam. Chegar em casa após um longo dia, aqueles cansativos, estressantes, em que um sonho desejado é um bom banho, comer e descansar muito, e paralelamente, ser recepcionado por quem gostamos e quem nos gosta, é algo indescritível. Acalentar-se a um aconchego em meio a esse mundo tão adverso é uma conquista que tem que ser valorizada passo a passo, miudamente, sentindo a essência do carpe diem. Graças a Deus tenho pessoas e animais que participam intensamente desse prazer.  Não me vejo mais chegando em casa e não fazer um carinho nos meu felinos lindos. Não sei como que é chegar em casa, meio dia ou a noite, e não ter o carinho e a boa receptividade da baiana de olhos verdes que encanta meus dias. Não me imagino de forma alguma não podendo ligar pra Jacobina a qualquer hora do dia e conversar com meus velhos, e/ou fugir numa sexta pra passar o final de semana com eles, chegando nas vésperas dos seus aniversários, naquela surpresa bacana. Esse é o propósito da vida. Como diria Tom Jobim: "É impossível ser feliz sozinho". FATO.

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