O título do blog é referente a cada um dos dias do ano em que fotografei e escrevi algo e postei por cá.
Todo dia ele será atualizado, com uma foto e um textinho feitos no dia, e que vai variar de acordo com o tempo,
a paciência e os sentimentos envolvidos no momento.
Espero que gostem, se envolvam, opinem, compartilhem experiências similares, enfim, interajam com as postagens.
E divulguem sempre que puderem e acharem que é válido!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

48º dia.


Câmera: Canon EOS Digital Rebel XSi
Exposição: 1/5 s
Abertura: f/3.5
Distância focal: 23 mm
ISO: 1600
Horário: 20:34:01
Local:  SESC em Petrolina-PE

Clique aqui pra ver a foto em tamanho maior


E como dito, voltei. Voltei pra fotografar o segundo dia da apresentação do espetáculo Arapuca. [clique e confira todas as fotografias]. Cheguei bem mais descontraído, confiante, sabendo no que tinha que melhorar, em novos ângulos, poses, aberturas e velocidades. E de fato, essa volta é algo novo no blog, nunca escrevi nada seguido sobre o mesmo assunto. Mais um desafio! Estive novamente bem acompanhado da pessoa que tem sido a luz no meu caminho, apoiando em tudo o que tenho vontade e segurando sempre no braço, pra que se houver o tropeço, a queda não se concretize. Adentrei à sala de danças mais cedo do que ontem, pois queria me familiarizar delicadamente com o ambiente, com a luz, com a movimentação. E creio ter sido esse o diferencial dessa noite, pois eu já tinha em mente o que fazer e como fazer, era só esperar e fechar o obturador. E assim o fiz. Certo que esperar é um capricho dos deuses, se vacilar, dormir no ponto, perde a chance, única, simples e objetiva. Mas o olhar foi aguçado, foram os 40 minutos assistindo à apresentação pelo viewfinder da câmera, pra não correr risco algum de perder alguma movimentação. Senti a apresentação no corpo, interpolei meus pensamentos nela e me antecipei o máximo que puder aos movimentos. Incorporei o habitat do dançarino no pensamento do fotógrafo, criei as composições adequadas, xinguei baixinho quando a luz me escapava ou a pose não era conveniente. Acontece. Interagi telepaticamente com o contemporâneo, pedia mentalmente de uma forma tão aguda que ela acontecia. Maktub. E me deliciei com as fotografias expostas no visor, em rápidas curiadas. Cliquei bem mais que ontem, a eficácia foi surpreendente, tanto pra mim quanto pra o amigo, ao conferir o que foi feito, ainda sem pós tratamento algum. O sucesso da apresentação foi eloquente, todos ficaram satisfeitos com o que foi visto, o que confere um auto estima potencialmente inimaginável ao produtor e ao dançarino, os motivando para as próximas apresentações no primeiro final de semana de março, já na cidade de Juazeiro-BA. E eu? Oxe, sorridente era pouco, feliz por demais com o que consegui, me superei, ultrapassei minhas expectativas, claro, com o auxílio de todos, já que ninguém consegue absolutamente nada sozinho. Tô preparado, tô ansioso e com instiga para novos desafios. E os quero o mais rápido possível, minha sede é inesgotável e nessa fonte me embebedarei por todo um sempre.

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